Nota

Atendimento Médico Veterinário

Atendimento Médico Veterinário na Praia de Pipa em Tibau do Sul, RN:

– Consulta Clinica Médica de cães e gatos

– Consulta Clinica Médica de Animais Silvestres

– Consulta Homeopática Veterinária (para qualquer espécie animal)

– Vacinas éticas

– Coleta de material para exame

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A idade dos cães

Existem várias tabelas disponíveis de comparativos entre a idade dos cães e dos humanos.
A correspondência não é exata, mas a estimativa nos ajuda a entender melhor as mudanças de comportamento dos animais ao longo da vida.
A idade demonstrada pelo seu cão pode variar de acordo com muitos fatores como os cuidados sanitários, a alimentação e o estresse.

Anos 9kg 9 a 23 kg 23 a 41kg Mais de 41kg
1 15 15 14 12
2 23 24 22 20
3 28 29 29 28
4 32 34 34 35
5 36 38 40 42
6 40 42 45 49
7 44 47 50 56
8 48 51 55 64
9 52 56 61 71
10 56 60 66 78
11 60 65 72 86
12 64 69 77 93
13 68 74 82 101
14 72 78 88 108
15 76 83 93 115
16 80 87 99 123
17 84 92 104
18 88 96 109
19 92 101 115
20 96 105 120

Alimentos Tóxicos para Cães

Jamais ofereça ao seu cão os seguintes alimentos:

– cebola;

– chocolate;

– café e produtos derivados;

– chá;

– bebidas alcoólicas;

– macadâmia;

– lúpulo;

– uvas, passas de uvas e produtos derivados;

– folhas de tomate;

– partes verdes da batata;

– abacate;

– ameixa, damasco, pêssego, maçã e cereja;

– amêndoas amargas e

– alimentos mofados ou deteriorados.

Fonte: The ASPCA National Poison Control Center (www.aspca.org/apcc)

Especialistas alertam sobre tratamento humanizado aos animais de estimação

Os cães estão mais humanos. Demasiadamente humanos. Com roupas e nomes de gente, vão à creche de perua escolar, passeiam no shopping, fazem sessões de spa. De melhores amigos foram promovidos a filhos.

“O cachorro é o centro de muitas famílias. É a nova televisão. É ele quem une as pessoas”, diz a antropóloga Mirian Goldenberg, autora de, entre outros livros, “De Perto Ninguém é Normal”.

Na casa de Ully Caroline Sousa, 27, e Alessandro Alla, 29, ele médico radiologista e ela estudante de medicina, é assim: viagens e restaurantes, só quando a Diva pode.

A mestiça de shih-tzu com maltês tem dois anos e meio e quase os mesmos privilégios de uma criança mimada da sua idade. Dorme com o casal (que não tem filhos), vai à creche de segunda a sexta-feira para ter aulas de adestramento e ganha presentes da Barbie. “Diva é a nossa filhinha”, diz a “mãe”.

Casais que adotam cachorros são os clientes mais fieis de Vanessa Rodrigues, veterinária dona da creche animal Cãominhando, que chega a ter 150 mensalistas fixos.

No pet shop de luxo de Felipe Faria, no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, casais e mulheres sós são os que mais usam o serviço de fraldário, primeiro no Brasil.

 

COMO A GENTE

Não é preciso ir mais longe: sobram evidências para o que os especialistas chamam de antropomorfismo ou humanização -atribuir aos bichos características e sentimentos humanos.

As hipóteses para explicar o fenômeno são muitas. “A configuração da família está mudando. Cresce o número de pessoas sozinhas e com dificuldade de se relacionar”, comenta Goldenberg.

Para o psiquiatra Elko Perissinotti, vice-diretor do Hospital Dia do Instituto de Psiquiatria do HC, o contato com animais de estimação tem a mesma função do contato interpessoal: suprir carências afetivas.

“É uma relação benéfica e prazerosa. O simples toque em um animal libera hormônios que aumentam a disposição para contatos sociais, entre outros benefícios.”

Da brincadeira divertida para a relação pai e filho é um pulo. Segundo a veterinária e psicóloga Hannelore Fuchs (ela é uma das idealizadoras do projeto Pet Smile, de terapia assistida com animais), o grande atrativo que faz os bichos serem humanizados é que eles são fontes certeiras e inesgotáveis de afeto.

Um cão não reclama se você chegar tarde e sempre está disposto a dar uma volta. “É o relacionamento perfeito. Podemos desabafar sem receber críticas. Colocamos eles no patamar afetivo de seres humanos e preenchemos um vazio”, diz Hannelore.

AMOR INCONDICIONAL

A promotora de eventos Sandra Portelo não esconde sua relação com as cadelas Carla Bruni, Isabeau e Nina: “Cachorro é o único amor que a gente compra. É amor incondicional. É polêmico, mas é assim que penso.”

E gasta R$ 1.000/mês com as peruagens no pet shop.

Cecy Passos, 40, é dona e empresária da gata Nikole. A bichana de dez anos tem uma carreira de top de botar inveja em adolescentes. Assina linha de produtos felinos, abre desfiles de moda, tem site e seguidores no Twitter.

Tanta fama faz com que muita gente conheça a dona pela gata (e não o contrário). “Vou a todo lugar com ela. Somos uma só. Às vezes, é como se eu tivesse perdido a identidade”, diz Cecy.

Aí é que está. O problema não é chamar de filho ou dar regalias ao bicho, segundo o psiquiatra Alvaro Ancona de Faria, professor da Unifesp.

“O problema é idealizar a relação e projetar no animal um comportamento que não é de sua natureza. Como é mais fácil de controlar, a pessoa acha que é uma relação perfeita e acaba ficando desestimulada de criar outros vínculos sociais.”

Para cães e gatos, serem tratados como crianças também não faz bem. “As necessidades básicas dos animais podem ser esquecidas”, diz Ceres Berger Faraco, veterinária e terapeuta animal.

Em sua clínica, a terapeuta atende famílias com “cachorros-problema”. “São cães agressivos e que não podem conviver em grupo. Eles ficam assim porque são tratados como gente.”

Não custa passar o lembrete de Cesar Ades, professor do Instituto de Psicologia da USP e um dos pioneiros no estudo de comportamento animal no Brasil: apesar de o contato com bichos fazer bem, nunca vai substituir a relação com outras pessoas.

“São coisas diferentes. O cachorro nos dá coisas que o ser humano não dá, e os animais não dão tudo que os humanos dão. Eles nos dão uma alegria canina. Só isso já é culturalmente válido.”

Publicado por: JULIANA VINES em http://www1.folha.uol.com.br/bichos/810119-especialistas-alertam-sobre-tratamento-humanizado-aos-animais-de-estimacao.shtml

Um ser especial

Se você pode…

– Começar o dia sem cafeina nem tranquilizantes;

– Comer sempre a mesma comida sem reclamar;

– Entender quando existe tensão ao seu redor e evitar o perigo;

– Ser capaz de ficar indiferente diante da alta do dólar e da queda da bolsa;

-Compreender quando todos estão muito ocupados para atendê-lo:

– Dormir tranquilamente a qualquer hora e em qualquer lugar;

– Relaxar ao fim do dia;

Recompor-se ao mero toque de uma mão querida em sua cabeça;

Então, é quase certo que…

Você é o cachorro da casa!

Garimpado de uma revista Seleções parcialmente destruída pela minha filha caçula.