Vacinação do Filhote: Quando? Como? Por que?

   Os filhotes de cães e gatos, assim como os humanos, nascem imaturos. Quem já teve a oportunidade de conviver com uma ninhada, sabe bem que no começo da vida eles precisam de muitos cuidados de sua mãezinha. Os recém  nascidos não podem ver, ouvem pouco e precisam de ajuda até mesmo para defecar e urinar.

Dessa mesma forma, o sistema imune destes animais ao nascer não está completamente pronto, ou seja, ele não tem condições próprias de montar resposta adequada para defender o organismo contra algumas doenças. Os filhotes herdam de suas mães uma boa quantidade de anticorpos, que são ingeridos junto com o colostro (leite materno disponível nos 2-3 primeiros dias de vida) que os protegerão das principais doenças do ambiente até cerca de 6 semanas de idade. A partir dessa fase, o filhote, mesmo que ainda esteja com a mãe, já não tem mais anticorpos maternos suficientes para manté-lo protegido.

É neste momento que devemos começar a imunização através da vacinação. As vacinas estimulam o sistema imune a produzir anticorpos contra doenças graves específicas e permite que, caso animal entre em contato com o agente causador da doença , ele estabeleça resposta imune contra o agente agressor, evitando que ele adoeça ou amenizando os sintomas.

Como o filhote não tem ainda o seu sistema imune totalmente formado, são necessárias algumas doses de vacina em intervalos regulares para que ele permaneça adequadamente protegido durante essa fase. No caso dos cães e gatos, devemos estender esse protocolo pelo menos até as 16 semanas de idade.

Animais que não mamaram o colostro, que apresentaram alguma doença durante, que estão subnutridos, ou que vivem em ambiente de alto risco, requerem uma avaliação especial com adequação do protoco pelo Médico Veterinário.

O reforço vacinal realizado quando o animal completa 1 ano de vida ajuda a garantir a cobertura imunológica dos animais que por algum motivo particular não responderam perfeitamente à vacinação quando filhote.

Lembre-se que apenas o Médico Veterinário é capaz de availar o seu animal, estipular o protocolo vacinal adequado para ele e aplicar as vacinas corretamente. As vacinas éticas e de qualidade (que alguns chamam de “importadas”)  não são vendidas em pet shops ou agropecuária, mas esse é um assunto a parte que abordaremos em um próximo post.

Petiscos de Banana e Aveia

Super fáceis de preparar, os deliciosos petiscos de banana e aveia, são uma das minhas receitas pets favoritas.  A receita foi extraída do site de alimentação natural para animais Cachorro Verde e sempre fazem o maior sucesso!

Os petiscos caseiros podem ser apreciados tanto pelos tutores quanto por cães e gatos. Pra combinar com a receita natural, prefira usar ingredientes orgânicos para a massa.

A sua turminha vai adorar!

Ingredientes:

1 banana nanica bem madura e amassada
1 ovo
50g de manteiga sem sal em temperatura ambiente
2 colheres de sopa de mel
1 xícara de aveia em flocos
1 colher de chá de canela em pó
aproximadamente 2 xícaras farinha de aveia integral: o suficiente para “dar o ponto” na massa

Modo de Preparo:

Misturar todos os ingredientes, com exceção da farinha, até obter uma massa homogênea. Aos poucos, adicionar a farinha de aveia até a massa não grudar mais nas mãos. Abrir a massa com um rolo, cortar no formato desejado (pode-se usar cortadores de biscoito) e levar ao forno para assar em fogo médio por aproximadamente 10 minutos ou até os biscoitos ficarem dourados e sequinhos. Armazenar em recipiente tampado e consumir em até 10 dias.

Lembre-se de oferecer ao seu pet com moderação!

Nota

Atendimento Médico Veterinário

Atendimento Médico Veterinário na Praia de Pipa em Tibau do Sul, RN:

– Consulta Clinica Médica de cães e gatos

– Consulta Clinica Médica de Animais Silvestres

– Consulta Homeopática Veterinária (para qualquer espécie animal)

– Vacinas éticas

– Coleta de material para exame

Papilomatose em cães

A papilomatose canina é uma doença tumoral benigna,  causada por um vírus e comum em cães jovens e imunossuprimidos.

Os papilomas se apresentam como massas únicas ou múltiplas , esbranquiçadas e com aspecto de couve-flor que surgem na superfície da pele e das mucosas. Quando ocorrem na boca, estas massas podem causar desconforto ao mastigar, sangramento e halitose.

É uma enfermidade autolimitante (o que significa que o sistema imune do animal pode resolver sozinho, sem tratamento) mas em alguns casos, quando causa dificuldade para se alimentar ou por questões estéticas, pode ser necessária intervenção cirúrgica para remoção dos tumores.

Não existe um tratamento alopático de eleição para Papilomatose oral, entretanto, algumas terapias que modulam a resposta imune tem sido relatadas com resultados bastante interessantes. Os papilomas podem ser tratados através da homeopatia de forma rápida e eficiente.

Valente, cão, macho 10 meses. Antes e depois do tratamento com medicação homeopática.

Valente, cão, macho 10 meses. Antes e depois do tratamento com medicação homeopática.

Reportagem na Revista Conexão Varejo

Neste mês de Outubro, participamos, pela Bolicho do Bicho, de uma reportagem sobre Gestão da Inovação publicada pela Revista Conexão Varejo do Sindilojas, RS. Fomos abordados sobre os cuidados com especiais que são necessários para se administrar uma Pet Shop. Confira abaixo a publicação completa.

Bolicho do Bicho na Conexão Varejo

Alessandra Keidann na Conexão Varejo

Desigualdade – Blog Action Day 2014

Hoje, 16 de outubro, é o Blog Action Day de 2014 e o tema escolhido para o evento deste ano foi DESIGUALDADE. Para saber mais e participar do evento, visite http://blogactionday.org/.

Com o crescimento das cidades, a diminuição do tamanho das residências e a distância física cada vez maior entre os amigos e parentes (gerada principalmente pela rotina de trabalho e dificuldade de deslocamento), os animais de estimação tem se tornado muito mais do que o melhor amigo das pessoas; são os filhos, os terapeutas, os motivos de vida. Essa relação cada vez mais íntima amplia o nosso cuidado e dedicação com os nossos bichinhos.

Fico emocionada em ver o quanto um animal pode ser importante para sustentar a estabilidade das pessoas que vivem a rotina da vida moderna. Mas, assim como nós temos aprendido a não enxergar nada mais além de nós mesmo e das nossas necessidades, temos desenvolvido o mesmo tipo de atitude para com os animais.

Não raro, recebo clientes se referindo e tratando os seus “pets” como filhos e oferecendo a eles todas as mordomias e bons tratos que eles tem direito (e tem mesmo, visto que fazem parte da família!) mas são incapazes de enxergar a quantidade de animais abandonados pelas ruas, passando fome, frio e vitimas de violência.

Que hoje possamos parar uns minutinhos pra pensar em que atitude podemos assumir para ajudar pelo menos um animal que não tem o mínimo necessário para uma vida digna e que está por ai, vivendo pertinho do nosso “pet”, tem a mesma habilidade de amor incondicional, mas não teve a mesma sorte de fazer parte de uma família.